Professores protestaram em frente a sede da prefeitura.Dentre as reivindicações, eles pedem o pagamento do piso salarial

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Portando cartazes e bandeiras, professores da rede municipal de ensino fizeram manifestação hoje cedo (18/ Março/ 2022), em frente a sede da prefeitura de Quirinópolis. “Se o senhor é cumpridor de promessas, pague o piso”, “a luta continua, prefeito. A culpa sua”, gritavam os professores.Dentre outras reivindicações, a categoria pede o pagamento do reajuste de 33,24%, referente ao novo piso salarial. Ao tomar conhecimento de que a manifestação seria realizada, o prefeito Anderson de Paula encaminhou Projetos de Lei à Câmara, no inicio da manhã desta sexta-feira (18). Entretanto, ao invés de 33,24%, a matéria oferece menos da metade: 15,61%, o que não atende ao pleito dos professores.Durante a manifestação de hoje, os professores pediram aos vereadores presentes que reprovem a matéria, pois, querem a integralidade do piso. A manifestação foi acompanhada por grande parte dos parlamentares quirinopolinos. O prefeito Anderson de Paula, a vice-prefeita Nicolina e a secretária da educação, Vonedirce Santos, também estiveram no local do ato e todos discursaram. Eles disseram que o município está fazendo todos os esforços necessários para que o piso possa ser pago.Em determinado momento, o prefeito chegou a ser vaiado e não gostou. Anderson de Paula disse que a correção de 33,24% dados pelo governo federal não tem força de lei, por se tratar uma Portaria. Ele argumentou que, assim que um Projeto de Lei passar pelo Congresso Nacional ou quando o Presidente da República editar uma Medida Provisória, Quirinópolis passará a pagar os 33,24%. O presidente do SINTEGO, regional Quirinópolis, professor João Batista Martins Nogueira, discorda do entendimento da prefeitura. O sindicalista disse que o Piso é sim uma lei e que a categoria irá exigir o seu pagamento. O prefeito afirmou que respeita a categoria, caso esta decida por uma greve, mas, que não fará nada fora da legalidade.João Batista acredita que a manifestação da manhã desta sexta-feira (18) foi positiva. “Esse silêncio nos incomodava”, disse o professor, referindo-se ao fato de que a prefeitura ainda não havia encaminhado nenhuma matéria ao legislativo, o que só foi feito após o anúncio das manifestações. A categoria deverá se reunir com vereadores, na tarde de hoje.

FONTE: https://www.facebook.com/nossatvnet

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